Antes de expô-la, sei que vou incomodar algumas pessoas, entretanto, peço que leia tudo e que depois reflita.
A principal, ou a mais ouvida por mim é: “isso é coisa do Diabo”.
Não descreio de que o Diabo pode ter “culpa no cartório”, contudo, não creio ser tão simplista a autoria de tal pandemia. Deixa-me explicar melhor.
Na Bíblia nós encontramos vários episódios que relatam o poder que o Diabo tem e de como ele pode usá-lo. Vejamos alguns exemplos:
Os magos de Faraó, lá no Egito, fizeram alguns milagres tal qual Moises e Arão fizeram.
Saul quando foi consultar a necromante para saber se seria vitorioso na guerra, o Diabo fê-lo entender que era Samuel que havia aparecido.
Nos Evangelhos encontramos um pai aflito por seu filho ser possesso pelo Diabo a ponto de lançá-lo, ora no fogo, ora na água, sendo o Diabo expulso por Jesus.
Diante de tais exemplos não temos como negar que o Diabo tem poder e que usa quando tem oportunidade.
Outra teoria da autoria da pandemia é: “É castigo de Deus”
De igual forma não creio que a autoria da pandemia, também, seja tão simplista assim.
Creio que aqui temos uma dificuldade em definir “castigo de Deus” uma vez que castigar a quem? Por quê? Uma vez que a pandemia não fez distinção de raça ou credo, ela atingiu a humanidade de uma forma geral.
Você deve, então, estar se perguntando: Qual sua teoria da autoria da pandemia?
É com muito temor e tremor que passo a escrever minha teoria.
Não creio que seja do Diabo, no sentido em que ouço, pois quando ouço, a ideia central dessa afirmação é que o Diabo por sua livre vontade está fazendo mal à humanidade. Não creio, porque na Bíblia aprendo que o Diabo só faz aquilo que Deus permite que ele faça, exemplo: o caso de Jó.
Tenho aprendido na Bíblia que o Diabo, usando uma figura de linguagem, é um Pitbull na coleira e que a corrente está na mão de Deus.
Também não creio que a autoria da pandemia seja, simplesmente, “castigo de Deus”, pois quando ouço tal afirmação, a ideia que está por traz é que Deus tirou da sua caixinha de castigo um vírus para afligir a humanidade.
Mas então no que creio!
Creio que temos dois caminhos bem distintos para levar nossa consciência a meditar:
Creio que Deus tem duas maneiras distintas de tratar a humanidade.
A primeira é em relação àqueles que não creem em Jesus como seu único Salvador. A esses, Deus os trata aplicando seus juízos, exemplo: as dez pragas no Egito.
A segunda é em relação àqueles que creem em Jesus como seu único Salvador. A esses, Deus os trata como filhos amando-os, contudo, disciplinando-os, exemplo: Não deixando Moisés entrar na terra prometida.
Portanto, creio que a pandemia deve ser encarada de duas maneiras, uma como juízo de Deus sobre os ímpios e disciplina sobre seus filhos.
Agora te pergunto: Qual desses dois grupos você pertence?


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