2 Pedro 1:5 - por isso mesmo, vós, reunindo toda a
vossa diligência, associai com a
vossa fé a virtude; com a virtude, o conhecimento;
No artigo passado foi abordado a atitude de sermos
“diligentes”, neste vamos precisar do conceito dessa palavra, uma vez que todo o texto
foi escrito como se fosse uma corrente, fazendo com que as atitudes que temos,
sejam interdependentes.
Nessa frase destacada, creio que ser fundamental vermos o
que a palavra “virtude” tem a nos dizer, e por que associar a ela nossa fé.
A palavra aqui empregada, que foi traduzida para virtude,
tem a intenção de nos dizer que devemos ter uma conduta, quer em pensamentos e/ou
em ações, pura para que possamos associá-los à fé.
A grande questão que nos apresenta é: Temos uma conduta
virtuosa?
Vamos primeiro analisar nossos pensamentos, tendo-os como
ponto de partida de nossas ações.
Ouvi de um pastor, certo dia, que pensamentos são como os
pássaros. A explicação dele foi a seguinte: “Os pássaros, você não pode
impedi-los de passar voando sobre sua cabeça, contudo pode impedi-los de fazer
ninho sobre elas. Sendo assim, os pensamentos você não pode impedir de
tê-los, mas pode impedir que eles te levem a agir.”
Quero acrescentar a esse conceito às palavras de Jesus
quando diz que nossa boca fala daquilo que nosso coração está cheio. As
palavras de Jesus deixam bem claro que não temos como esconder,
definitivamente, o que nossos pensamentos produziram em nosso coração.
As nossas ações, de uma forma ou de outra, são reflexos dos
nossos pensamentos, portanto se nossos pensamentos forem bons, nossas ações
também serão.
Voltando ao texto bíblico, vamos entender melhor a dinâmica de
nossa vida. Deus nos tem dado todas as coisas, como a capacidade de ser
“diligentes”, ou seja, de nos esforçarmos com todo nosso ser para termos bons
pensamentos e consequentemente boas ações para associa-las à nossa fé.
Como eu e você temos vivido? Estamos sendo “virtuosos”?
