Filipenses 4:11 Digo isto, não por causa da pobreza, porque
aprendi a viver contente em toda e qualquer situação.
Ouvi o sermão de Spurgeon de
número 320 pregado em 25 de março de 1860 o qual tem como texto base o versículo
acima.
Quando, Spurgeon, se deteve
por um breve momento na palavra “aprendi” a minha mente começou a trabalhar se
fixando em algumas particularidades dessa ação de aprender que quero
compartilhar com você, caro leitor.
Primeira – Quem confessa que
aprendeu, confessa também que não sabia.
O Apostolo Paulo era um homem
que gozava de status, pois, era um soldado de alta patente, um centurião do
exercito romano, consequentemente era cidadão romano, era também um homem culto
e por certo, o Apostolo estava acostumado com pompa, com fatura e a frequentar
a alta sociedade.
Quando escreveu aos
filipenses ele estava numa situação completamente oposta a que ele vivia, ele
estava preso e com carências múltiplas. Que antagonismo!
Segunda – Quem foi seu
professor?
No livro de Atos capítulo 9
encontramos a conversão do Apostolo Paulo e no versículo 16 o Senhor Jesus diz
que mostraria a Paulo o quanto importava sofrer pelo nome dele.
Terceira – Que métodos
didáticos foram usados?
Ainda no livro de Atos encontramos
Paulo, o então centurião, presente ao apedrejamento de Estevão. Um pouco depois,
lemos que ele entrava nas casas, dos novos convertidos, e arrastava para o
cárcere homens e mulheres e, ainda mais a frente, vemos que ele se dirigiu ao
sacerdote e solicitou carta para as sinagogas de Damasco, a fim de que, caso
achasse os que seguiam a Jesus, os prendesse. Entretanto, agora era ele que
estava preso por seguir a Jesus.
Quarta – Quais as mudanças
provocadas pelo aprendizado?
No ensino, existe a premissa
de melhorar o ser humano. No âmbito da espiritualidade do homem, o ensino tem
por objetivo fazer com que este tenha um melhor relacionamento com Deus. No
caso do Apostolo Paulo, o efeito do aprendizado é de tal maneira evidenciado,
que o transformou de perseguidor a perseguido, a ponto dele mesmo dizer que
embora estivesse encarcerado estava contente.
Quanta falta nos tem feito
dizer, com convicção, “aprendi”, principalmente em nossa vida espiritual. Digo
isso, pois, basta olhar para as mudanças que ocorreram em nossas vidas para
concluir que não temos aprendido.
Responda:
O que você tem aprendido?
Quem tem sido seu professor?
A resposta a essas perguntas
é a sua relação com Deus, Como ela está?

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